topo.jpg
Todos Arquivos

Orgonite - Acumulador de Orgônio


Chemtrails no Mundo
Chemtrail ALEMANIA
Chemtrail ALEMANIA (2) Chemtrail ALEMANIA (Bretten)
Chemtrail AUSTRALIA
Chemtrail Central Chemtrail CROACIA
Chemtrail GRECIA Chemtrail ITALIA (San Remo)
Chemtrail MEXICO (Nogales)
Chemtrail REPÚBLICA CHECA Chemtrail USA (Arizona)
Chemtrail USA (Los Angeles)
Chemtrail USA (New York)
Chemtrails alerta Chemtrails BRASIL
Chemtrails California
Chemtrails Girona
Chemtrails Luxemburgo
Chemtrails Tarragona
Chemtrails Truth
Fumigan España
Global Skywatch
Chemtrails Dinamarca
Sonoma chemtrails

Enquete


Ultimas Noticias

chemtrails - tecnica prevenção aquecimento global

Patente de Chemtrails

Chemtrails no currículo de escolas americanas:


Usuários
Visitantes Online: 1 Usuários Registrados: 67
Usuários Online: 0

Parceiros










Monitoramento Solar

Scie Chimiche


Medidor de Velocidade de Conexão a Internet
Simet - Teste de velocidade


Cientistas recriam vírus da gripe espanhola

05 de outubro de 2005 • 15h33 • atualizado às 15hs


Os cientistas que ressuscitaram o vírus da gripe espanhola disseram na quarta-feira que estão começando a entender por que ele causou uma epidemia tão mortal, com cerca de 50 milhões de vítimas fatais, e advertiram que a pandemia pode se repetir.

Eles começaram a comparar as mutações genéticas da gripe de 1918 com as que estão sendo observadas no vírus H5N1, da gripe aviária — que já matou milhões de aves, além de alguns seres humanos, na Ásia —, na esperança de conseguir prever e talvez prevenir uma pandemia semelhante.

"Achamos que tínhamos de recriar o vírus e realizar essas experiências para compreender as propriedades biológicas que tornaram a variante de 1918 tão mortal," disse Terrence Tumpey, dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) em Atlanta, que ajudou a escrever as reportagens publicadas em conjunto esta semana pelas revistas Nature e Science.

O experimento, no qual o vírus foi recriado através de um processo chamado genética reversa, com amostras do vírus de 1918, permitiu aos pesquisadores testá-lo em laboratório e em vários animais.

O estudo vai ajudar a responder dúvidas importantes, disse Jeffery Taubenberger, do Instituto de Patologia das Forças Armadas em Rockville, Maryland.

"Como o vírus passou para os seres humanos e como a pandemia começou? A segunda questão é compreender por que esse vírus em particular foi tão virulento", disse Taubenberger a repórteres numa entrevista por telefone.

"O que podemos aprender em cima do que ocorreu em 1918 para nos prepararmos para uma futura pandemia de influenza?," perguntou ele.

Taubenberger afirmou que é possível criar vacinas que tenham como alvo as mutações observadas na pesquisa.

A equipe utilizou fragmentos do vírus retirados de amostras preservadas das vítimas da epidemia, e também do cadáver de uma vítima retirado de um túmulo congelado no Alasca em 1998.

Com esses fragmentos, fizeram uma réplica do vírus de 1918 e trouxeram-no de volta à "vida" — os vírus não estão exatamente vivos, como os outros micróbios — combinando-o com frangmentos de vírus modernos da gripe e cultivando-o em bactérias.

"Acreditamos hoje, com a melhor interpretação dos dados disponíveis, que o vírus de 1918 era um vírus semelhante ao aviário que se adaptou nos seres humanos," disse Taubenberger.

Isso o torna diferente dos vírus que provocaram as outras duas pandemias de gripe do século 20, em 1958 e em 1967. Naqueles casos, vários vírus de gripe trocaram genes entre si e se tornaram especialmente virulentos. "Os dados indicam que as pandemias podem se formar de mais de uma maneira," afirmou ele.

Houve várias alterações em cada gene do vírus de 1918, disse Taubenberger, e o vírus da gripe aviária está começando a apresentar algumas dessas alterações, mas o processo parece estar no princípio, afirmou.

As conclusões reforçam a preocupação das autoridades de saúde com o vírus H5N1, que ainda não infecta os seres humanos com facilidade, mas que já matou mais de 60 pessoas em quatro países da Ásia. São necessárias apenas algumas mutações para que o vírus que matou milhões de pássaros se torne tão infeccioso e mortal quanto entre os seres humanos.

Mas agora os cientistas estão começando a entender quais são essas mutações, e podem começar a tentar produzir drogas e vacinas para combatê-las.

"Identificamos várias proteínas do vírus que foram essenciais para o desenvolvimento da doença pulmonar grave," disse Tumpey.

A principal, afirmou, foi uma proteína chamada hemaglutinina — o "H" dos nomes dos vírus da gripe. Quando a hemaglutinina do vírus de 1918 foi substituída pela hemaglutinina da gripe moderna, o vírus resultante não foi mortal.

Uma outra proteína, a neuraminidase, sofreu mutação no vírus da gripe espanhola de modo a conseguir se replicar sob condições incomuns, talvez numa área mais profunda do pulmão que outros vírus da gripe. A neuraminidase responde pelo "N" dos nomes das gripes.

A gripe espanhola foi uma H1N1, bem diferente da H5N1, ressaltaram os pesquisadores. Eles também afirmaram que suas experiências não trazem nenhum perigo, pois estão sendo realizadas em laboratórios especiais.

Todos os vírus humanos da gripe descendem do da gripe espanhola, o que significa que as pessoas têm alguma imunidade a eles, disse Julie Gerberding, diretora do CDC. O que é perigoso em relação à H5N1, a gripe aviária, é que as pessoas não têm imunidade a ela.

Se não for o H5N1, algum outro vírus influenza com certeza causará uma pandemia, que será muito pior que a da gripe espanhola, disse Gerbeding. "A maioria dos especialistas concorda que não se trata de uma questão de ''se'' — e sim de ''quando,"'' disse ela.

"Essas importantes pesquisas criam novas informações e novas pistas que nos ajudam a nos preparar para a pandemia."

Reuters - Reuters Limited - todos os direitos reservados. Clique aqui para limitações e restrições ao uso.
 Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI696010-EI238,00.html




The history of the synthetic H1N1 flu virus and a not-so-rosy future

Ver tradução em portugues:
http://translate.google.com/translate?js=n&prev=_t&hl=pt-BR&ie=UTF-8&u=http%3A%2F%2Fonlinejournal.com%2Fartman%2Fpublish%2Farticle_4724.shtml&sl=en&tl=pt&history_state0=

Outro site em portugues: http://www.pandemia-h1n1.com/

Original em ingles:
The history of the synthetic H1N1 flu virus and a not-so-rosy future
By Wayne Madsen
Online Journal Contributing Writer


May 21, 2009, 00:20

Email this article
 Printer friendly page

(WMR) -- The history of the extraction of the genetic material from the corpses of victims of the 1918 Spanish influenza virus who were buried in Arctic permafrost is part “X-Files” and part “Jurassic Park.”

After an unsuccessful 1951 mission, that involved U.S. biological warfare specialists, to extract 1918 Spanish flu genetic material in 1951 from a cemetery in the Inupiat Eskimo village of Brevig Mission, Alaska, scientists made another attempt, a successful one it turns out, in 1997.

Dr. Johan Hultin, from the State University of Iowa, successfully extracted genetic material from the corpse of an obese 30-something female who died from the Spanish flu in 1918, along with 85 percent of Brevig Mission’s (called Teller Mission in 1918) villagers in a single week. The pandemic killed at least 50 million people around the world.

Once the Spanish flu genetic material was obtained from the lungs, spleen, liver, and heart of the Eskimo woman’s corpse, scientists, in a scene reminiscent of the fictional movie “Jurassic Park,” in which genetic material from extinct dinosaurs is used to bring the creatures back to life, recreated the long-since dead 1918 Spanish flu in a U.S. government-funded laboratory. The woman’s organs were cut into one-inch cubes and shipped to the Armed Forces Institute of Pathology in Rockville, Maryland, where the virus’s genetic RNA material was identified and the 1918 Spanish flu was successfully brought back to life.

The search for the frozen bodies of 1918 flu victims was not limited to Alaska. Another team of scientists, acting like Dr. Frankenstein’s “Igor,” set out to dig up the graves of miners who died from the flu in the remote Norwegian mining village of Longyearbyen in Spitsbergen, which lies north of the Arctic Circle.

WMR has learned from a research scientist who has been working on the recreation of the 1918 flu that the genetic material has been re-engineered to synthetically create what is now known as the A/H1N1 virus, or as the Centers for Disease Control (CDC) calls it, the “novel flu.”

The A/H1N1 influenza, which contains genetic material from two strains of swine flu, two strains of human flu, and a single strain of avian flu, has, according to the World Health Organization (WHO), infected, as of May 13, a total of 4,880 people in North America: 2,059 in Mexico; 2,535 in the United States, and 286 in Canada. There have been 56 reported deaths from the flu in Mexico, three in the United States, and one in Canada.

WMR has learned from an A/H1N1 researcher that the current “novel” flu strain is mutating rapidly in humans but no animals have contracted the virus. The enzyme in A/H1N1, as with all influenza A viruses, is called a polymerase. Scientists have calculated the molecular clock of A/H1N1 form the virus’s polymerase rate. Because of the rapid mutation of the virus and the fact that, unlike 1918, rapid global transportation is now the norm, scientists are predicting that the molecular clock of the A/H1N1 virus, coupled with modern transportation, means that almost all the countries of the world will experience an A/H1N1 outbreak within the next few months.

What is different about A/H1N1 is that, unlike other new strains of viruses that rapidly mutate upon emerging and then slow down mutation and then stop entirely, the “novel” or incorrectly-named “swine flu” is showing no signs yet of slowing down its mutation rate and that, according to scientists who worry about A/H1N1 being synthetically-generated, does not happen in nature.

In 2006, at a summit meeting in Cancun, Mexico, President George W. Bush, Canadian Prime Minister Stephen Harper, and Mexican President Vicente Fox agreed for their nations to coordinate their response to avian flu, which was spreading in Asia. National Public Radio, on April 2, 2006, ran a segment on how bird flu wreaked havoc in 1918 in Brevig Mission. NPR’s Weekend Edition ran a report from Brevig Mission by Lori Townsend of Alaska Public Radio: “The grave has been opened twice by the same pathologist. In 1951, Johann Hultin convinced village elders to allow him to take tissue samples from bodies buried in permafrost. His lab attempts to map the virus were unsuccessful, but he returned in 1997, and when he did, he was once again given permission to re-open the grave.”

WMR has learned from a journalist from Anchorage who covered the 1997 grave exhumation that there was CIA personnel with the team of scientists. Inuit elders of Brevig Mission argued that digging up the graves of the flu victims would release evil spirits. However, money allegedly changed hands between the U.S. government research team and some of the elders, so permission to dig up the graves was granted.

NPR and Alaska Public Radio was reporting what was extracted from the 1918 flu victim’s corpse was the H5N1 avian flu virus, but that was erroneous. Or was it? If what was extracted from the dead woman’s body in Brevig Mission was used to synthetically create the current A/H1N1 virus, there is a strain of avian flu in the virus. But the current A/H1N1 virus also contains swine and human flu strains.

What has been relayed by the researcher is that the original 1918 virus was the H1N1 virus. In Bio-safety level 3 (BSL-s) laboratory work that was largely classified, the virus was artificially combined with common H3N2 and a minor gene splice from the H5N1 Eurasian avian flu strain.

The avian flu or H5N1 virus that struck Asia in 2006 contained some genetic mutations of the 1918 virus. And scientists researching pandemic flu strains have, since the recreation of the 1918 flu, been playing fast and loose with flu samples. On April 17, 2005, The Washington Post reported that Meridian Bioscience, which was under contract to the College of American Pathologists, accidentally distributed the pandemic H2N2/Japan flu strain, as part of a flu testing kit, to influenza laboratories around the world. WHO ordered the labs to immediately destroy the flu sample because it was worried about an accidental release of the pandemic virus, resulting in a global health crisis. In 1957, H2N2 killed a million people around the world.

The Post’s article, by Wendy Orent, states that scientists were working to create an artificial strain of the 1918 virus: “[Scientists] can combine some 1918 genes either with laboratory strains that have been adapted to grow in mice, which don’t normally catch human flu, or with ordinary human flu strains to yield new artificial strains. Then the researcher infects mice with his new strain. Strains using three of the 1918 genes are already known to kill mice.”

The same Post article quotes Peter B. Jahrling, the chief scientist at the National Institute of Allergy and Infectious Diseases, about the danger of the virus recreation research. Jahrling stated the research was like ”looking for a gas leak with a lighted match.” The article continues: “What concerns Jahrling and Brown, among others, is that experiments involving 1918 genes are not being carried out under the highest biosafety level, BSL-4. While most of the scientists use what is known as BSL-3 plus, or enhanced, conditions, they do not use space suits, chemical showers or gas-tight cabinets in their work.”

Lastly, the article has a stark warning regarding the 1918 flu reconstruction at the military laboratory in Rockville, research led by Dr. Jeffery Taubenberger. The article states: “Even more disturbing is what may happen when Taubenberger publishes the remaining three gene sequences. Then the entire 1918 flu could be built from scratch by anyone, anywhere, who has sufficient resources and skill. It is quite conceivable that resurrected 1918 flu could someday be used as a bioterrorist agent.”

In a January 29, 2006, New York Times article by Jamie Shreeve, titled “Why Revive a Deadly Flu Virus?,” it is reported that the 1918 flu had been successfully revived. The article states: “In October, a team of scientists, [CDC’s Terrence] Tumpey among them, announced that they had recreated the extinct organism from its genetic code -- essentially the scenario played out in the movie ‘‘Jurassic Park,’’ albeit on a microbial scale. In the movie, the scientists’ self-serving revivification of dinosaurs leads to mayhem and death . . . How dangerous is the 1918 virus to today’s population? Its genetic code is now in public databases, where other researchers can download it to conduct experiments. Scientists from the University of Wisconsin and the National Microbiology Laboratory in Canada have already collaborated to reconstruct the virus from the publicly available sequence. How easy would it be for a bioterrorist to exploit the same information for malevolent ends?”

The article details how the 1918 genetic material was extracted and who worked on the project: “The resurrection of the 1918 influenza virus was a team effort engaging the resources of the C.D.C. in Atlanta, an obscure military pathology lab outside Washington, D.C., an esteemed group of influenza experts at Mount Sinai School of Medicine in New York and one elderly Swede. Though the story has been told before, it is impossible not to begin with the Swede. In 1950, Johan Hultin, then a 25-year-old graduate student at the University of Iowa, was searching for a Ph.D. topic when he heard a visiting virologist say that the only way to solve the mystery of the 1918 pandemic would be to recover the virus from a victim who had been buried in permafrost.”

There has been yet another secretive U.S. government group involved in researching bio-warfare agents like influenza. Known simply as JASON, the group consists of civilian scientists, the top experts in their fields and a number of Nobel laureates, who meet periodically and issue reports, many of which are classified. JASON has been in existence for 40 years and is thought to be a follow-on to the Manhattan Project, the top secret scientific group that created the atomic bomb during World War II. In fact, some of JASON’s earliest members helped to design both the atomic and hydrogen bombs. Its first three members were scientists at Los Alamos National Laboratory, the home of the Manhattan Project.

Operating under the aegis of the MITRE Corporation, a federally-funded contracting entity, JASON scientists primarily met in the highly-secured Building 29 at 3550 General Atomics Court in San Diego. The location is the address of the Torrey Pines Institute. Funded by the Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA), JASON also has links, according to distribution lists on JASON reports, to the CIA. The CIA maintains an element called the IC [Intelligence Community] JASON Program under the Chief Technical Officer. Traditionally, JASON self-selects its members from a number of academic disciplines. However, JASON almost lost its funding a few years ago, when, after issuing a report critical of the Bush administration’s ballistic missile defense program, DARPA attempted to force three new members, obviously political overseers, on to the JASON membership rolls. DARPA’s chief, Tony Tether, pulled funding for JASON, forcing the group for the first time since its inception in 1959 to look for another Pentagon sponsor. The ballistic missile defense program, also called Star Wars II, was a personal pet project of Secretary of Defense Donald Rumsfeld.

JASON survived when DARPA’s parent orgzniation, the Pentagon’s Directorate for Defense Research and Engineering (DDR&E), provided JASON with direct funding, an indication of the power enjoyed by the secretive JASON organization. JASON also has other federal government sponsors, including the Department of Energy.

JASON is also very much involved in issues of biological warfare. JASON produced a report on Civilian Biodefense in January 2000, which was highly redacted when released. Even the names of the report’s authors and the information on four bio-warfare scenarios is completely blacked out, except for a discussion of a 1947 smallpox incident in Scenario Two. The report also states that the CIA’s Clandestine Measurement and Signatures Intelligence (MASINT) Operations Center and Counter-Proliferation Center were interested in biological weapons intelligence collection and signatures. A section of the report on “Managing Civilian Response” to a bio-war attack is also completely redacted, as is a section on domestic intelligence. A page on the anthrax threat references “psychological BW [biological weapons] warfare.” The JASON report was completed almost two years before anthrax attacks all but suspended the work of Congress after 9/11 and saw the quick passage of the USAPATRIOT Act.

The JASON report also discusses the mining of medical data, including patient billing records, to find out if a disease outbreak has occurred and how far and what direction it is spreading by examining “spatiotemporal patterns,” including “averaging statistics for humans traveling globally.”

In fact, the JASON Civilian Biodefense report mirrors, in many respects, the analysis being currently conducted by medical intelligence (MEDINT) agencies around the world on the outbreak and spread of A/H1N1. And that begs the question: is A/H1N1, artificially-developed by U.S. government scientists, the real thing or a test run for something much worse?

SIDEBAR:

The JASON report on bio-war discusses “managing civilian response.” That also appears be a major concern of the CDC on A/H1N1 at the present time judging from the following internal CDC memo obtained by WMR (note that “swine flu” is being referred to as the “novel H1N1 flu”):

From: CDC Announcements
Sent: Monday, May 11, 2009 10:31 AM
To: CDC All - [REDACTED]

Subject: Public Inquires Regarding Novel H1N1 Flu – CDC-INFO

Public Inquires Regarding Novel H1N1 Flu – CDC-INFO

The CDC National Contact Center, CDC-INFO, is available to assist CDC programs in responding to calls and emails related to the novel H1N1 flu. CDC-INFO maintains current content for phone and email responses; maintains records of calls/emails; collects and analyzes quality assurance and customer satisfaction data; and provides on-demand reports for program partners.

If the general public is contacting you with questions related to the novel H1N1 outbreak, we encourage you to direct those inquires you receive to CDC-INFO. CDC-INFO representatives are available to respond to inquiries 24 hours, 7 days a week via email and phone, in English and Spanish. Emails should be forwarded to cdcinfo@cdc.gov. Telephone inquiries may be routed to 1-800-CDC-INFO (1-800-232-4636).

If you have any questions regarding this email, or for assistance in routing public inquiries, please contact eocjiccdcinfo@cdc.gov

CDC-INFO’s Novel H1N1 Flu Response

Since April 22, 2009, CDC-INFO has answered more than 29,000 phone and email inquiries from the general public and health care professionals in support of CDC’s novel H1N1 flu response. As of Friday, May 8, 2009, the average hold time for phone calls related to novel H1N1 flu was less than 5 seconds. To date, the states with the highest number of phone inquiries are: California, Texas, New York, Florida, and Georgia.

On Thursday, April 30, 2009, CDC-INFO answered the highest number of inquiries on a single topic in its 4-year history, with 3,127 calls and emails answered related to the novel H1N1 outbreak. 

As of May 5, 2009, 75 percent of survey respondents gave CDC-INFO their highest satisfaction rating for the novel H1N1 flu-related services they received. 

Supporting CDC’s Mission

The CDC-INFO National Contact Center (1800-CDC-INFO or cdcinfo@cdc.gov) supports CDC’s mission by providing a single trusted source of accurate, timely, consistent, and science-based information for the general public, healthcare providers and public health partners. Information is available on more than 400 CDC health and safety topics, disease prevention, and health promotion information through phone, TTY, and email. CDC-INFO provides critical health information to vulnerable populations, including those without access to CDC’s internet resources or those with low health literacy.

Previously published in the Wayne Madsen Report.

Copyright © 2009 WayneMadenReport.com

Wayne Madsen is a Washington, DC-based investigative journalist and nationally-distributed columnist. He is the editor and publisher of the Wayne Madsen Report (subscription required).

Copyright © 1998-2007 Online Journal
Email Online Journal Editor


Fonte: http://onlinejournal.com/artman/publish/article_4724.shtml



Eu realmente gostaria de acreditar que essa "gripe" é apenas uma ocorrência fortuita, mas tanto me parece uma cortina de fumaça para encobrir o sumiço de trilhões de dólares usados para salvar bancos aqui e ali, como suspeito que há mais do que possamos imaginar...

Primeiro detalhe: o México quer liberar a Cannabis.
Segundo detalhe: o Tamiflu custa a bagatela de R$ 168,00, caixa com 10 cápsulas.
Terceiro detalhe: o tal remédio só é produzido por uma única empresa.
Quarto detalhe: seria uma lenda urbana a ligação de Donald Rumsfeld com o Tamiflu, ou ainda uma teoria de conspiração?

(http://urbanlegends.about.com/library/bl_bird_flu.htm )

Vejamos...

>>>


Tamiflu, Donald Rumsfeld e o negócio do medo…

 
Bastou os Estados Unidos lançarem o alerta para que o mundo ficasse com medo de uma pandemia.
Apesar de decorridos 9 anos desde que o vírus da gripe aviária for a detectado no Vietname e não
 causou sequer 100 vítimas mortais. Uma média portanto de 11 mortes por ano. Em todo o mundo.!

Um detalhe "insignificante" que não impediu George Bush de empreender a sua segunda "guerra preventiva" em pouco tempo, e desta vez para lutar contra outra arma de destruição massiva tão vaporosa como as "encontradas" no Iraque.: O vírus H5n1.

Afinal também haveria uma poderosa "arma preventiva", um antiviral chamado Tamiflu comercializado pela Empresa suiça Roche e que em apenas alguns dias se converteu na galinha dos ovos de ouro . Disso, os ingressos para a sua venda passaram de 254 milhões no ano 2004 a mais de 1.000 milhões em 2005. O tecto é imprevisível, dado à grotesca reacção dos governos ocidentais com petições massivas do produto.

A realidade, no entanto, é que a eficácia do Tamiflu  é questionada por grande parte da comunidade científica.

http://www.realidadeoculta.com/tamiflu.jpg   Tamiflu

Muitos se questionam como poderia servir contra um vírus mutável quando apenas alivia alguns dos sintomas ,e nem sempre, da gripe aviária.

Obviamente a resposta do protagonismo do Tamiflu em nossas vidas não é científica, mas sim puramente comercial.

    * O Tamiflu até 1996 era propriedade da Gilead Sciences inc., empresa que vendeu neste ano a patente aos laboratórios Roche.  Sabem quem era entretanto o seu presidente??

O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Donald Rumsfeld, que até hoje continua um dos principais accionistas  da empresa.

http://www.realidadeoculta.com/rumsfeld-t.jpg O sanguinário, senhor das guerras: Donald Rumsfeld

Recordam-se do ano passado? ( 2005) . Quando começou a falar-se da gripe aviária a Gilead Sciences inc  quiz reaver o Tamiflu alegando que a Roche  não se esforçava o suficiente para fabricá-lo e comercializá-lo.  Ambas as empresas se sentaram a negociar e combinaram constituir dois comitées conjuntamente, um para coordenar o fabrico mundial do fármaco e decidir a  autorização a terceiros para fabricá-lo e outro comitée para  a comercialização de vendas estacionais nos mercados mais importantes , inclusivé Estados Unidos.

Além disso a Roche pagou à Gilead Sciences inc  regalias retroactivas no valor de 62,5 milhões de dólares.

Roche ficou com 90%  da produção mundial de anis estrelado, árvore que cresce fundamentalmente na China e que se encontra também  em Laos e Malásia ,e que faz a base do Tamiflu .

O cenário estava preparado, bastava agora encontrar pouco a pouco aves "contagiadas" pelo vírus em diferentes países , uma ave aqui, outra acolá. Isso, para criar alarme mundial com ajuda de cientistas e políticos pouco escrupulosos ou de escassa capacidade intelectual e dos grandes meios de comunicação –Que não se caracterizam por investigar o que publicam ou emitem.

O nome de Donald Rumsfeld aparece ainda unido a uma vacinação massiva contra a suposta gripe do cerdo durante a administração de Gerald Ford na década de 70.

Resultando em mais de 50 mortes devido aos efeitos secundários .,

Também a FDA  aprovou o aspartame  quando Rumsfeld esteve no gabinete de Ronald Reagan ,apesar de durante dez anos anteriores em estudos não se havia tomado nenhuma decisão. E sabe-se que aspartame é prejudicial.

Rumsfeld foi presidente  do laboratório fabricante de aspartame.

Também esteve envolvido no negócio das vacinas anti anthrax, vacinaram milhares de soldados norte-americanos, e o anthrax nunca foi uma ameaça.

Ainda esteve envolvido na vacinação massiva de soldados com vistide, fármaco  que supostamente evitaria os efeitos secundários da vacina contra a  viruela.

O vistide foi também um produto dos laboratórios Gilead  Sciences inc , .

O texto original está em espanhol, por José Antonio Campoy, director da revista Dsalud,

Eu ( Sílvio) traduzi para Português  e acrescentei aquela parte sobre o Anthrax.  Também acrescentei as imagens...

Fonte: http://www.realidadeoculta.com/tamiflu.html

>>>

Extrato de um texto publicado na Veja. Vejam o destacado em negrito:

"

Ao longo de cinqüenta anos, estudiosos de diversos centros de pesquisa peregrinaram pelas regiões mais geladas do planeta em busca de exemplares preservados do vírus da gripe espanhola. A primeira peça desse quebra-cabeça foi encontrada no vilarejo de Brevig Mission, no Alasca, onde, em cinco dias, 72 dos seus oitenta moradores sucumbiram ao H1N1. Em 1997, no cemitério local, os americanos Johan Hultin e Jeffrey Taubenberger encontraram fragmentos do vírus no cadáver exumado de uma senhora bastante gorda. A especificação aqui do biotipo da mulher é importante porque explica as boas condições em que as partículas do H1N1 foram encontradas – o acúmulo de tecido adiposo ajudou a preservá-las da ação do tempo. De posse das amostras do H1N1, os pesquisadores deram início à reconstrução do vírus. Graças aos avanços no campo da biologia molecular e ao desenvolvimento de seqüenciamento genético, foi possível reativar o H1N1. Hoje, essa amostra está guardada num laboratório do Instituto de Patologia das Forças Armadas, em Washington, nos Estados Unidos. Foi ela que serviu de base para o experimento com os ratos.

As últimas pesquisas com o H1N1 causaram alvoroço. Alguns especialistas aplaudem o feito. Outros, porém, mostram-se reticentes. O temor é o de que, ao desenterrar o vírus dos confins gelados do Alasca e usá-lo em experiências, a ciência tenha criado uma poderosa arma biológica. Além disso, o genoma do H1N1 está arquivado no GenBank, dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, uma espécie de biblioteca com informações detalhadas sobre o seqüenciamento genético das mais variadas estruturas. Ou seja, qualquer pessoa pode ter acesso às informações necessárias para a construção do H1N1. O outro receio é que deixem o vírus escapar do laboratório onde é estudado.

O risco de um acidente desse tipo vir a ocorrer é pequeno. Há duas décadas, os laboratórios onde são manuseados vírus e bactérias passaram a ter de contar com uma série de itens de segurança. Naqueles de níveis mais simples, o 1 e o 2, faz-se a análise de agentes infecciosos de baixa virulência e sobre os quais a medicina tem controle, como a Salmonella, a bactéria responsável por quadros de intoxicação alimentar. O influenza H1N1 está num laboratório de nível 3 de biossegurança, onde se trabalha com micróbios altamente patogênicos para o homem, mas contra os quais a medicina dispõe de algum controle. Nos de nível 4, estudam-se vírus como o ebola, em relação aos quais não há defesa conhecida. O acesso a esses centros é muito restrito. "Se, porventura, o vírus da gripe espanhola contaminar algum pesquisador, é fácil identificar quem esteve com ele e, assim, conter a infecção rapidamente", diz o infectologista Luiz Jacintho da Silva, pesquisador da Universidade Estadual de Campinas.

"

Fonte: http://209.85.229.132/search?q=cache:gU82GrphNggJ:veja.abril.com.br/181006/p_116.html+h1n1&cd=1&hl=pt-PT&ct=clnk&gl=pt&lr=lang_pt 

>>>

Uma análise nem tão científica sobre o assunto, mas de certa forma curiosa:

http://www.realidadeoculta.com/h1n1.html

>

Gripe Suína  H1N1 a grande conspiração :

Controle Populacional.


Talvez o vírus H5N1 nas aves não tivesse forma de criar mutações para se adaptar ao genoma Humano, e a pandemia não surgiu..
Provavelmente instalaram um vírus nos porcos para ele se desenvolver e adaptar, pois o corpo do porco é análogo ao do homem, os orgãos idênticos,
a sua reacção aos venenos pode ser considerada uma indicação confiável sobre as reacções humanas..

Então o vírus nos porcos iria estabelecer uma ponte genética mais facilmente para infectar humanos, quando já estiver adaptado á genética do porco...
Facilmente iria desenvolver-se num organismo humano.

Quem já viu um porco aberto, pode verificar como os órgãos são idênticos.

Veja mais sobre compatibilidade dos órgãos Porco--Humanos, aqui :


Transplantes de órgãos de porcos para seres humanos são aparentemente seguros. .

transplante porcos humanos

 Pesquisadores criam porcos transgènicos em avanço para transplantes. .

porcos trangenicos

A gripe das aves foi a fase nº 1, foi um teste para estudarem o vírus.
Depois infectaram os porcos com alguma injecção, esta é a fase nº 2, agora o vírus adapta-se ao organismo do porco e facilmente passa para os Humanos.


Não acreditam?
Vejam a coincidência, o virus das aves era "H5N1" e este vírus dos porcos é "H1N1 ".


 Organização Mundial da Saúde alerta para "potencial pandémico"...

pandemia porcos h1n1

E assim eles vão limpando o excesso de população, uns morrem à fome devido à crise e ao desemprego, à miséria.

Os outros morrem infectados com a gripe.


Agora o que vou dizer-vos é de facto chocante:

ELES ANDAM A MENTIR!!!!

Primeiro diziam que era uma estirpe "desconhecida".

Agora ja dizem que é o H1N1.
( Já a conhecem).
O virus das aves era: H5N1.

Recordam-se quando os cientistas diziam que iam "reconstruir" o vírus para estudá-lo de modo a criar uma vacina de cura para o h5n1 ..?

 O que fizeram eles?
Recriaram o vírus H1N1 em laboratório, o vírus influenza da famosa pandemia espanhola ( que em 1918 e 1919 matou 50 milhões de pessoas em todo o mundo ).

Os cientistas recriaram esse virus, deram-lhe "vida" novamente em laboratório.


 A PROVA ESTÁ NESTEs LINKs.
 LINK 1 , .. LINK 2

E agora por "coincidência" surge a gripe dos porcos com o vírus H1N1..?!!


gripe h1n1. .cientistas recriam virus h1n1


gripe espanhola influenza h1n1



Nada que não estivesse previsto pelos Illuminati.
Reparem Steve Jackson lançou um Jogo:
«I NWO »
Illuminati New World Order em que ele expôe vários planos dos illuminati, não se trata de ficção porque os acontecimentos ocorreram mais tarde.
Não se trata de foto montagens nem ficção, porque o jogo é real e foi lançado em 1994
( sete anos antes do atentado ao world trade center!!),
Porém nas cartas ja era possível ver o atentado ao wtc e ao pentágono...

Como é possível?
As cartas seguintes (factos que estão a acontecer agora) são controle populacional e doenças e pandemias .

 LINK AQUI.

. . illuminati . .illuminati nwo

epidemic




 


AGORA evidências do vírus ter sido produzido em laboratório :

Os cientistas haviam recriado o vírus H1N1 para o "estudar". Cada vez se torna mais evidente que esta gripe Suína foi arquitectada.
O Reuters menciona que este vírus h1n1 contém uma mistura de ADN de gripe aviária , gripe suína asiática e europeia e gripe Humana
( uma mistura nunca vista antes e com menos de 1% de chances de ocorrer naturalmente ).

 LINK AQUI.

The virus is an influenza A virus, carrying the designation H1N1.
It contains DNA from avian, swine and human viruses, including elements from European and Asian swine viruses, the CDC has said. [nN23355101]

( Center for Disease Control : Centro de Controle de Doenças)


influenza virus h1n1

Depois irá, provavelmente, surgir uma vacina... Aqueles que não morrerem do vírus irão então morrer da "cura", vacinas com efeitos secundários como: cancro, ataque cardíaco e outros.

O Dr. John Carlo, ( director médico em Dallas Co.) disse numa conferência que esse virus nunca havia sido detectado antes e parece ter sido engenhado em Laboratório.
VIDEO AQUI. .

"This strain of swine influenza that's been cultured in a laboratoryis something that's not been seen anywhere actually in the United States and the world, so this is actually a new strain of influenza that's been identified,"


A drª Wilma Wooten ,médica pública em San Diego ,disse que não é claro como é que as pessoas contrairam o vírus ,nenhum dos pacientes que viu tinham tido contacto com porcos.
 LINK AQUI. .

pig flu, gripe porcos


Oswald Le Winter, ( ex-agente da CIA ) já havia divulgado no livro «Democracia e Secretismo» que a CIA esteve envolvida em Bio terrorismo.


Fonte: http://br.groups.yahoo.com/group/sosverde/message/4201


rodape.jpg
Login