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A Anomalia do Atlântico Sul


O que a imagem acima representa? Seria a concentração de obras de Paulo Maluf pelo mundo? Na verdade não, e o título do post deve ter dado uma dica: é a Anomalia Magnética do Atlântico Sul, região onde os cinturões de radiação ao redor do planeta estão mais próximos da superíficie. É exatamente o que parece, o sudeste do Brasil é realmente uma região especial na Terra. Ou pelo menos a região acima do sudeste do Brasil.

Os cinturões de radiação (mais conhecido como Cinturões de Van Allen — alerta, o link anterior é da Desciclopédia) em torno do planeta são criados pela interação do campo magnético terrestre e a radiação espacial. A anomalia do Atlântico Sul tem assim algo a ver com o fato de que o campo magnético do planeta é ligeiramente mais intenso no hemisfério norte, além estar deslinhado em relação ao eixo do rotação do planeta — os pólos magnéticos diferem dos pólos geográficos. De todos esses desalinhamentos, os cinturões de radiação sobre o planeta acabam assimétricos e a menos de algumas centenas de quilômetros de nossas cabeças. Confira o diagrama ao lado e note como o cinturão está muito mais próximo de nós sobre a “SAA”.

Normalmente se esperaria que algo assim afetasse pelo menos toda a área na mesma latitude — dividiríamos a honra desta anomalia com todos aqueles ao redor do trópico de Capricórnio. Mas como a anomalia se deve ao cinturão de radiação, e este se deve ao campo magnético terrestre, e o campo magnético terrestre gira acompanhando a rotação do planeta, a exclusividade é nossa. Mas nem tanto.

A rigor, o campo magnético terrestre não gira exatamente com a mesma velocidade que o planeta (assim como, repetindo, não possui exatamente o mesmo eixo ou “centro”). Isso faz com que a anomalia se desloque lentamente para oeste. Daqui a alguns milênios, seu centro pode estar realmente em algum lugar do Brasil. Isso também significa que há alguns milênios ou milhões de anos, a anomalia não estava sobre o sudeste brasileiro. De fato, com as muitas alterações nos pólos magnéticos terrestres, incluindo inúmeras inversões, podemos assumir que a anomalia andou dançando por praticamente todo o planeta.

Isso deve acalmar alguns ânimos, já que a anomalia não fez do sul do Brasil um lugar especial há muito tempo. E mesmo que o fizesse, seu único efeito relevante é sobre objetos que de fato passem através dos cinturões de radiação, a centenas de quilômetros de altura. Como satélites, que estão mais sujeitos assim a falhas em seus delicados sistemas eletrônicos. Isto é, o Brasil realmente é uma região especial no planeta. Não só é preciso tomar cuidado com assaltos a carros, o que não seria tão especial assim. Mas podemos ter orgulho de ser zona de perigo para satélites também.

Confira esta página séria e com mais detalhes sobre a anomalia do Atlântico Sul, em bom português.

Fonte: http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=1053
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